Eça tarda mas não falta!
Tão perdido e desleixado, egiano vencido da vida, tenho andado na escolha de tema para escrita profunda e proveitosa, para vida profunda e proveitosa, para escreviver para além das tretas virtuais e parvas, que acabei, nestes primeiros dias apesar de tudo felizes de 2018 (130 anos depois de um dos maiores acontecimentos da língua mãe) por me decidir pelo primeiro meu escritor sobre quem escrevi a sério (como só na adolescência se escreve a sério, com abundância de paixão, adjectivos e pontos de exclamação).
Enfim, estou todo cagadinho de medo mas também com uma pica do caraças!
Vamos lá pegar o touro pelos cornos!

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