Underground [já que estamos numa de inglês]



Creio que aprendo mais a ser homem neste Porto rude, abandonado, granítico já agora, mas até meio limpinho e ligeiramente arranjadinho (à espera de que algo aconteça... como diz a canção), no entanto sem véus hipócritas de beatas, meninos-bem e Pater familias (a despejar a minha raiva...), do que aprenderia naquele Oporto bilhete postal plastificado e vendido para turista ver.
No entanto, este desabafo, esta raiva, esta espera, é só uma suposição, um improviso, como todos os desabafos, como todas as esperas, como qualquer raiva.
Aprenderei eu alguma vez a ser homem? Eu ou essoutros turistas e usurários?

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